segunda-feira, 13 de julho de 2009
Crise
Não sei se começo a pensar que estou mesmo indo na direção do envelhecer ou se é apenas minha TPM louca liberando meu lado mais romântico.
Pra começar na sexta-feira chorei loucamente assistindo Separados pelo Casamento. Impressionante como eu pude me colocar na situação deles e me ver passando por tudo aquilo. Não tenho nenhuma pretensão de casar agora, na verdade nem tenho um noivo neh(rsrs), mais o meu medo de dividir minha vida com uma outra pessoa e ver o amor que tenho por ela acabar daquela forma mexe demais comigo!
Chorei feito uma louca, a ponto de chegar no trabalho com o rosto inchado.
Quando agente acha que a loucura não tem mais pra onde ir, você vê que esta errado e que tudo tende a piorar!
Sábado a noite, chuva em Niterói e eu fazendo o que? Assistindo Roberto Carlos! Isso mesmo, Roberto Carlos.
Sempre detestei ele, entrava em pânico todo fim de ano, antes de ter tv a cabo, que eu era obrigada a ver Roberto Carlos porque minha mãe amaaa ele!
Sempre critiquei o fato de esse homem estar tão velho e cantar as mesmas músicas a pelo menos uma década e ainda continuar fazendo sucesso.
Ai sábado estava lá eu toda emocionada assistindo ao show em comemoração aos 50 anos dele e pior esperando acabar pra poder sair e curtir feliz a minha noitada!
Será que to ficando louca?! Ou to entrando na fase que as pessoas começam a gostar de Roberto? Será que to ficando igual aquelas pessoas que acreditam ter uma musica do Roberto para cada momento da vida!?
Bom não sei... se estou louca ou apenas sentimental... O importante é que emoções eu vivi!
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Operação Lei seca

Desde o dia 19 de junho de 2008, data esta que entrou em vigor a lei 11.705/2008, apelidada “Lei-Seca“, que pune “condutores de veículos automotor que esteja sob influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência” (redação do art. 165), temos visto expressivo efeito no social. Segundo Ministério da Saúde, o atendimento a acidentes de trânsito teve uma redução de 24%. São os primeiros dados oficiais.
Será que é verdade isso?? Vou me expressar melhor, não duvido da veracidade desta informação, mas sim dos seus motivos. Vai dizer que porque tem uma blitz que se denomina Lei seca as pessoas realmente param de beber?!!? vai dizer que isso reduz o numero de acidentes na avenida das Américas quando a galera vem mega muito louca de uma dessas boates da zona sul?? Vai dizer que esses ai que não se importam com a vida do outro vão se importar de pagar uma multa?!?
Não sei não. A não ser que dinheiro realmente valha mais que a vida de um ser humano? Daí se for essa a verdade, preciso me retirar.
Na verdade não sei se sou contra ou a favor dessa tal de Lei Seca, acho uma iniciativa linda, que se as pessoas fossem bem concientizadas daria muito certo. Tai uma coisa que acho que gostaria de fazer em publicidade: campanha de consientização.
Mas voltando ao assunto, tudo isso acho muito bom, acho que ver o nosso rico dinheirinho sendo empregado para um fim decente dá um certo alivio. Mas de que adianta se a população arruma mil formar de burlar e continuar bebendo e dirigindo? E se a minha pergunta ai de cima for verdade, do que vai adiantar toda essa campanha?
No fim de semana passado passei por uma mega Blitz da Lei Seca, um espetaculo de linda, linda mesmo, no meio do vão cetral da ponte Rio-Niterói. Dava gosto de ver! Obvio que se eu fosse mais um daqueles que estavam la parados e tivesse que ficar esperando até as 7 da manha pra ir de vanzinha pra delegacia minha opinião estaria um pouco mais radical, mais que era bonita era!
Passei rezando a todos os santos e pedindo a todos os 1350 Deuses da India que não me parassem, achu que algum deles estava de plantão e me ouviu rsrs.ÔÔÔ nervosoooo!
Mas o que queria mesmo dizer é que acho que é apenas mais uma forma de arrancar mais dinehiro da população, porque beber mesmo ninguem vai deixar ne!
Agente deixa de ir pro Rio se for preciso, procura um bar mais perto sei lá, mais não vai ser uma Blitz que vai mudar os habitos da população ne!
Ainda bem que na esquina da minha casa tem bar, boate,pub, posto de gasolina ....
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
DAR NÃO É FAZER AMOR
bjs genten
Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar....
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar
o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
"Que que cê acha amor?".
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar
Experimente ser amado...
[Luís Fernando Veríssimo]
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
A vida de solteira passa por várias fases.
O primeiro momento é o de surto total, você quer fazer todas as coisas ao mesmo tempo, se acha onipresente. Um evento por noite é uma coisa impensável, dormir é uma palavra que quase não aparece no seu vocabulário. O dia passa a ter 48h, 72h. São tantas opções do que fazer que você fica até tonto: festas (mt boas ou nem tanto), boates, barzinhos... não importa como vai ser a noite, você se diverte sempre. Você não entende porque as pessoas fazem tanto aniversário, você nunca imaginou que o Rio de Janeiro tivesse tantas boates. E você começa a pensar que ganha pouco para tudo que gostaria de fazer (as mulheres se dão melhor que os homens nessa parte, hehe).
Ai meu Deus, não sei da onde se tira tanta disposição. Esse é o momento de escolher os lugares preferidos, de conhecer muitas e muitas pessoas, formar um grupo de amigo e, é claro, de achar que está apaixonada por muitos idiotas, enfim, todos os surtos possíveis de um ser humano. Quanto tempo essa fase vai durar? Só você vai decidir.
Depois vem o momento que as coisas começam a ficar repetitivas, os mesmos lugares, as mesmas pessoas, as mesmas músicas, os mesmos programas, não porque diminuíram as opções, mas sim porque é natural que você escolha um nicho de lugares que tenham a ver com seu perfil ... mas você ainda acha tudo interessante, divertido. Você começa a identificar os idiotas, mas continua se apaixonando por eles. O seu dia começa a ficar mais curto e volta a conhecer o que é uma noite de sono, ou pelo menos parte dela. Você começa a definir os lugares pelas pessoas que vão estar neles, sejam os amigos ou aquele gatinho (a) que está de olho.
A próxima fase é a de autoconhecimento, em que você começa a pensar na vida, no que é realmente importante para você, além da diversão fútil. Engana-se quem pensa que essa é a hora da carência. Na verdade, é a hora de dar valor a outras coisas. Você começa a pensar que pode valer a pena ver o dia direito, dá preferência a outros programas. Começa a perceber que os milhões de amigos que você fez são apenas para noitada e que só sobram alguns que você realmente tem vontade de fazer alguma coisa interessante. Os melhores amigos passam a ter uma importância fundamental na sua vida. Agora, além de você identificar os idiotas de longe, você começa a querer distância deles. Antes de sair de casa para uma noitada você começa a pensar se realmente vai valer à pena. Esse é o momento de dar valor às pequenas coisas da vida.
É bom lembrar que as fases não são unânimes e nem fixas, elas podem acontecer em círculos ou aleatoriamente. O que sempre tive certo na minha cabeça é que estar solteiro, não significa estar sozinho. Se não existe alguém especial do lado, os amigos de verdade cumprem direitinho esse papel. O importante mesmo é estar sempre bem consigo mesmo. A partir do momento que somos felizes sozinhos não teremos a menor dificuldade de sermos felizes com outra pessoa.
Tudo acontece no momento certo. Apaixone-se por você mesmo todos os dias, e aproveitem sim o dia de hoje e todos os outros. O amor acontece sem ao menos esperar, é só não ter pressa. E quando acontecer, basta aproveitar cada segundo como fazia com a solteirice.
A única regra é ser feliz!!!!
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Crônica do Amor
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão.
O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano.
Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante.
Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam.
Então? Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você.
Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste.
Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário.
Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha.
Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga.
Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas.
Por que você ama este cara?Não pergunte pra mim; você é inteligente.
Lê livros, revistas, jornais.
Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar.
Independente, emprego fixo, bom saldo no banco.
Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo.
Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa.
Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC.
Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Viver é aprender!!
Pra quem deixava isso as moscas, três postagem seguidas é um recorde!
Tenho lido muita coisa nos últimos dias, muita coisa inútil diga-se de passagem né, mais ai no meio desse monte de lixo acho uns textos bons e resolvo que preciso compartilhar!
É acho que estou carente de gente, por isso essa minha necessidade quase fisiológica de me expressar kkkk.
Hoje olhando o universo cibernético alheio achei um texto que é bem bonitinho, então segue ele aqui:
Eu sou criança.
Não pense que me refiro apenas à minha ânsia de aproveitar cada segundinho da vida.Não. Eu falo também dos meus deslizes, das coisas que eu não deveria ter feito ou, ao menos, deveria ter feito um pouco diferente. Eu erro e erro muito. Erro sem pudores, sem vergonha, sem querer. Erro em minhas tentativas de me mostrar madura e também na imaturidade de não querer deixar a criança dentro de mim morrer. Pudera, não tenho qualquer pretensão de ser perfeita. Que entediante seria a vida se tudo estivesse alinhado, tudo certo nos mínimos detalhes. O que aprenderíamos durante jornada se chegássemos prontos até ela? Não me reprima, não me condene, não tente me ensinar o que você não sabe. Eu estou engatinhando e é sozinha que eu pretendo aprender. Aliás, carrego meus valores desde pequena. Não engano, não minto, não faço vítima alguma. As consequências dos meus atos quem sofre sou eu. Eu me martirizo, me entristeço, me revolto, para depois me absolver de todas as culpas e chegar à minha redenção; para enfim perceber que eu sou humana. Apenas mais uma menina que terá que conviver com o bônus e o ônus de ser um pouco criança para sempre. Aliás, qual seria a minha idade? Minha personalidade varia tanto que tem gente que chuta bem longe. Mas não vim até aqui para contar quantos anos eu tenho, e sim para dizer que eu tenho todos eles. Eu incorporo a idade de quem convive comigo. Tenho...
03 aninhos quando corro no parque com minha sobrinha, afilhados e com toda a criançada.
05 anos quando fico de pé no chão e pulo na cama ou quando brinco de golfinho na piscina com os meus alunos.
10 anos quando brinco de pique-pega.
15 anos quando me olho no espelho e nada fica bem, quando não quero sair de casa, quando coloco meu pijama, minha meia, quando quero apenas o meu canto.
18 anos, no clube, com minha melhor amiga à tira-colo, biquíni, shortinho, maquiagem nenhuma e uma animação de tirar o fôlego.
19 anos quando digo não, quando me imponho e falo o que eu penso.
21 quando pego o carro e vou para onde eu quero, como eu quero e com quem eu quero.
23 quando olho firme nos olhos, quando olho de canto, quando desvio o olhar.
24 anos quando dou o primeiro passo, quando ligo, quando chego sozinha numa festa ou n’outro país.
Quando tenho 30, 40, 50 ou 100 anos... Ah, isso eu não poderia dizer. Sobra pretensão, mas falta maturidade. Aliás, quando se fala em experiência eu volto a ter um aninho... E tenho certeza de que ainda há uma vida para aprender a viver.
bjs peoples
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Para que serve um amigo?
Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém!
essa é para os amigos do meu ♥! amo vcs e adoroooooo apesar de
ficar longe as veses ter vcs do meu ladinho!

